sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

NACIONAIS

26/02/2016
PROCURADOR DIZ QUE LAVA JATO PODE SER ALAVANCA PARA MUDAR O MUNDO 
É preciso mudar o país
O procurador Deltan Dallagnol afirmou nesta quinta-feira, 25, que a Operação Lava Jato não é suficiente para mudar o mundo, mas que pode ser alavanca para tal. 
“Nenhuma mudança virá apenas a partir da Lava Jato. Mas com uma alavanca e um ponto de apoio, podemos mover o mundo”, afirmou o procurador, que integra a força-tarefa da operação. 
“Que a esperança e a energia geradas a partir da Lava Jato sejam a alavanca e o ponto de apoio para mudar o mundo para nós e futuras gerações.” 
O jovem Procurador Dallagnol
Dallagnol participa da cerimônia de entrega de assinaturas para a proposta de projeto de lei de iniciativa popular 10 Medidas contra a Corrupção. 
A proposta é de iniciativa do Ministério Público Federal e tem Dallagnol entre seus principais articuladores. Com as assinaturas entregues nesta quinta-feira, o projeto ultrapassa 1,5 milhão de assinaturas e poderá ser encaminhado para o Congresso Nacional, a exemplo do que foi feito no caso Ficha Limpa. 
Dallagnol fez um discurso idealista e disse que é possível “sonhar com um mundo melhor”. 
“Não permitimos que frustração advinda da impunidade nos derrotasse. 
Nós vencemos a frustração com a esperança”, afirmou ao agradecer entidades civis e movimentos que ajudaram na coleta de assinaturas. 
O procurador também pediu que a mobilização continue até o projeto chegar ao Congresso, o que deve levar algumas semanas, e ser aprovado pelos parlamentares. Estadão 
BZ-No Brasil só haverá mudanças substanciais, quando  o povo aprender a votar, discernir candidatos, etc... O trabalho de Lava Jato, seus procuradores, juízes, policiais federais e auditores fiscais, já se constituem como um bom começo no sentido da melhora.

PGR PEDE AO STF PARA APURAR REPASSES SUSPEITOS DE RENAN DE R$ 5,7 MILHÕES 

A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) abertura de um novo inquérito contra o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-RJ), para apurar movimentação financeira no valor de R$ 5,7 milhões. 
De acordo com o jornal Folha de São Paulo, o valor representaria transações incompatíveis com a renda do senador. 
Há suspeita de crimes de lavagem de dinheiro e peculato. Ainda de acordo com o jornal, os indícios surgiram no âmbito das investigações de outro inquérito que apura se o presidente do Senado usou dinheiro de empreiteira para pagar pensão a uma filha que teve fora do casamento. 
A Procuradoria já ofereceu denúncia neste caso contra Renan há três anos, mas um novo pedido de diligência feito pela defesa retirou o processo da pauta de votações do plenário do STF. 
Diante dos fatos terem sido encontrados nas investigações referentes à denúncia, o novo caso foi distribuído ao ministro Luiz Edson Fachin, que acabou pedindo a redistribuição do processo ao presidente da corte, Ricardo Lewandowski, entendendo que não havia ligação direta com a acusação inicial da Procuradoria.
O caso foi enviado para o ministro Dias Toffoli decidir se autoriza a investigação. 
Não há detalhes sobre a movimentação financeira a descoberto. O caso está em segredo de justiça, mas há suspeita de que existam possíveis fraudes tributárias. Estadão 
BZ-Pelo que já fez, Renan já deveria estar banido da política. Atualmente o senador vem sendo protegido pelo Planalto, por ser um dos poucos aliados fiéis da presidente Dilma. Assim fica muito difícil depurarmos nossos políticos, nossa política.  

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