terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

PODER JUDICIÁRIO

23/02/2016
QUIROMANCIA 
Resultado de imagem para Prisioneiros de lava jato: charges

Numa das mais importantes decisões de sua história, o Supremo Tribunal Federal abriu a porta da cadeia para as pessoas condenadas na primeira e segunda instâncias. 
Leia-se: os personagens condenados pelo juiz Sérgio Moro, cujas sentenças, se vierem a ser confirmadas pelo Tribunal Federal da 4ª Região, irão para a tranca, mesmo que apresentem recursos aos tribunais de Brasília. 
Na votação (7×4) ficaram em lados distintos o atual presidente do tribunal, Ricardo Lewandowski (com a minoria), e a ministra Cármen Lucia, que assume a presidência do tribunal em setembro (na maioria). 
Esse detalhe fortalece o palpite de que a ministra vem com a faca nos dentes. Elio Gaspari – O Globo 

STF RECEBE MAIS UMA INVESTIGAÇÃO CONTRA RENAN CALHEIROS 

O Supremo Tribunal Federal (STF) recebeu na última sexta-feira, 19, mais uma investigação contra o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). 
O caso tramita em segredo de justiça e tem relação com a denúncia existente na Corte sobre suposto recebimento de propina pelo parlamentar para pagamento de despesas pessoais.
Desde 2013, Renan foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) ao Supremo pelo suposto recebimento de dinheiro da construtora Mendes Júnior para apresentar emendas que beneficiariam a empreiteira. 
Em troca, o senador teria as despesas pessoais da jornalista Monica Veloso, com quem mantinha relacionamento extraconjugal, pagas pela empresa. Renan apresentou recibos de venda de gado em Alagoas ao Conselho de Ética do Senado, na ocasião, para comprovar um ganho de R$ 1 9 milhão. 
A suspeita de investigadores é de que as notas sejam frias. Ele foi acusado por uso de documento falso, falsificação de documentos e peculato referente ao escândalo.
O novo procedimento de investigação encaminhado ao STF, desta vez, apura as práticas dos crimes de peculato e lavagem de dinheiro. 
A suspeita é de que exista fraude contábil e tributária. A apuração ainda precisa ser analisada pelo ministro Luiz Edson Fachin, relator do caso na Corte, mas já tem quase 2 mil páginas existentes com base em uma “notícia de fato” sobre o caso. Procurada, a defesa de Renan Calheiros disse que ainda não tem conhecimento da nova apuração. Estadão Conteúdo 
BZ-Amante de gente importante, custa caro

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