02/11/2017
Os procuradores da República que integram a força-tarefa da Operação Calicute – desdobramento da Lava Jato no Rio – querem pena máxima para o ex-governador Sérgio Cabral, já condenado a 45 anos e dois meses de prisão pelo juiz Marcelo Bretas, da 7.ª Vara Criminal Federal.
Em razões de recurso de apelação, os procuradores alegam que ‘restou evidenciado que (Sérgio Cabral) agiu com ganância, imbuído da intenção de enriquecer de modo fácil, ainda que para tanto fosse sacrificada a higidez da administração pública estadual, em prejuízo da coletividade’.
Cabral está preso desde novembro de 2016. A Operação Calicute atribui ao ex-governador o papel de líder de organização criminosa.
“Tal organização não atuou no Rio de Janeiro somente em face das obras para a reforma do Estádio do Maracanã.
Segundo a Procuradoria, ‘em tais esquemas, há evidências de que foram englobadas praticamente todas as grandes obras públicas de construção civil realizadas pelo ente público, algumas delas custeadas com recursos federais, inclusive provenientes do Programa de Aceleração do Crescimento. Estadão
BZ-Sérgio Cabral foi um dos ‘QUERIDINHOS” do Lula, que apoiou se empenhou e fez campanha para sua eleição.


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