Chico de Góis, O Globo
A CPI do Cachoeira aprovou nesta terça-feira a reconvocação do contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, ainda sem data marcada. O depoimento de Fernando Cavendish, ex-presidente da construtora Delta, foi marcado para o dia 28. Mas ainda não foi confirmada a data para ouvir o ex-diretor do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) Luiz Antônio Pagot.
Os parlamentares aprovaram também na sessão de hoje a quebra dos sigilos telefônico, fiscal, bancário e de SMS da namorada do bicheiro, Andressa Mendonça. Ela é acusada de tentar chantagear o juiz Alberico Rocha Santos, de Goiânia, que julga o processo contra Cachoeira.
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, requereu à Procuradoria-Geral da República abertura de inquérito por calúnia, injúria e difamação contra a revista Carta Capital. Na representação, ele afirma que a revista, na edição 708, o acusou de receber R$ 185 mil do chamado "mensalão mineiro", em março de 1999, quando era advogado-geral da União. Mendes diz que só virou advogado-geral em janeiro de 2000. Em 1999, era subchefe para Assuntos Jurídicos da Casa Civil. Diz que a lista é falsa, que a revista sabia da falsificação e, mesmo assim, publicou-a. Mendes comenta que a revista trouxe a reportagem para levantar dúvidas a respeito de sua capacidade de julgar o processo do mensalão. (Estadão)
O ex-diretor-geral Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) Luiz Antonio Pagot vai prestar depoimento à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito do Cachoeira no próximo dia 28. A data foi anunciada há pouco pela secretaria da comissão. No mesmo dia, a CPMI ouvirá o empresário Adir Assad, acusado de lavagem de dinheiro. Pela manhã, o presidente da comissão, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), havia anunciado que o ex-dono da empreiteira Delta Construções, Fernando Cavendish, iria depor também no dia 28. No entanto, o depoimento dele ficou marcado para o dia 29, mesmo dia em que será ouvido o engenheiro Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto, ex-diretor da Desenvolvimento Rodoviário S/A (Dersa) e ligado ao PSDB de São Paulo. (Agência Brasil)
BZ-Pelo menos o Pagot declarou que queria depor e que teria muita coisa a dizer. Se contar o que sabe, vai sobrar para nuita gente.....




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