Vinicius Sassine e Chico de Gois, O Globo
Com o depoimento marcado para o próximo dia 29 na CPI do Cachoeira, o empresário Fernando Cavendish terá que explicar, entre outras pendências, repasses de mais de R$ 302 milhões da Delta Construções a empresas que só existiriam no papel, segundo levantamento da comissão. A CPI teve acesso a dados da quebra dos sigilos bancários da Delta fornecidos por três bancos, referentes a transações de 2008 a 2012. Técnicos do gabinete do senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), que acompanham os repasses da empreiteira a empresas de fachada, já calcularam repasses de R$ 302,2 milhões a 13 empresas, quatro delas comprovadamente pertencentes ao grupo de Cachoeira. Leia mais em O Globo.
O ex-presidente do Departamento de Trânsito (Detran) de Goiás c permaneceu em silêncio hoje na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Cachoeira. Acusado de fazer parte da organização criminosa chefiada por Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, Edivaldo de Paula compareceu ao colegiado com habeas corpus concedido pelo Supremo Tribunal Federal. No início do depoimento, o vice-presidente da CPMI, deputado Paulo Teixeira (PT-SP), que preside a sessão, perguntou a Edivaldo de Paula se pretendia usar o tempo de 20 minutos para se defender das acusações. Acompanhado de um advogado, ele disse que usaria o direito constitucional de permanecer em silêncio. (Agência Brasil)
O Tribunal de Contas dos Municípios, na sessão desta terça-feira, votou parcialmente favorável as denúncias contra a prefeita de Cândido Sales, Sidélia Lemos Dias Santos, por irregularidades cometidas em 2011. O relator do processo, Conselheiro José Alfredo Rocha Dias, aplicou à gestora uma multa no valor de R$ 10.000,00, com recursos pessoais, por haver negligenciado no cumprimento de obrigações relativas ao INSS, fato que demandou o pagamento de juros e multas prejudiciais aos cofres municipais.
O Tribunal de Contas dos Municípios condenou nesta quarta (15) o ex-prefeito de São Francisco do Conde, na Bahia, Antônio Carlos Vasconcelos Calmon, a pagar uma multa de R$ 30 mil e ressarcir aproximadamente R$ 7 milhões aos cofres públicos. Isso porque ele cometeu irregularidades durante seu exercício de 2008, quando duplicou pagamento de subsídio ao secretário de Turismo no valor de R$ 18 mil e pagamento de férias, quinquênio, diferença de mudança de cargo e diferença de salário a secretários municipais de R$ 46 mil. A decisão é do relator do processo, Conselheiro Paolo Marconi, que encaminhou o documento ao Ministério Público. (CLÁUDIO HUMBERTO)





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