Mariana Oliveira e Nathalia Passarinho, G1
A ministra do Superior Tribunal de Justiça Eliana Calmon afirmou nesta quinta-feira, ao deixar a Corregedoria Nacional de Justiça, que tentou “desesperadamente” fazer o poder Judiciário “conhecido” e “respeitado”. Após dois anos de gestão, ela foi substituída no Conselho Nacional de Justiça pelo ministro Francisco Falcão. “Procurei desesperadamente fazer o poder judiciário conhecido e respeitado.[...] Na parte disciplinar, iniciei a prática das sindicâncias patrimoniais”, afirmou, destacando que 11 magistrados foram afastados de suas funções pelo CNJ por “faltas disciplinares graves.” A ministra se emocionou na cerimônia de posse de Francisco Falcão, ao cumprimentar o presidente do Supremo Tribunal Federal, Carlos Ayres Britto. Ela afirmou que sofreu “incompreensões” enquanto atuou como corregedora, mas não “derrotas”. No final do ano passado, a abertura de investigações patrimoniais de magistrados do Tribunal de Justiça de São Paulo gerou uma crise no Poder Judiciário. Leia mais no G1.
BZ-Valeu Ministra!
O novo corregedor nacional de Justiça, o pernambucano Francisco Cândido de Melo Falcão, assumiu a cadeira de Eliana Calmon nesta quinta-feira (6). Em entrevista ao Estadão, ele falou que está disposto a coibir as decisões judiciais “movidas por ideologias”. "Juiz não pode ter partido, juiz tem que ser isento. O juiz tem que ser ágil, principalmente nas questões de grande interesse nacional”, defendeu. Ministro do Superior Tribunal de Justiça, o novo corregedor vai permanecer no cargo nos próximos dois anos. Falcão afirmou que pretende combater a morosidade judicial. “Vou começar a verificar, em trabalho permanente com a Advocacia-Geral da União e com o Ministério da Justiça, para que repassem os dados dos processos e o tempo que estão levando para ser julgados. Vamos dar celeridade a isso. Vamos adotar o programa Justiça Plena, mutirão nos processos de extrema relevância e alto interesse público e do governo”, prometeu.
BZ-Concordamos com o novo corregedor, embora saibamos que muitos "juizes", infelizmente não se pautam dentro desta norma.



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