16/06/2013
BRASIL E BOLÍVIA TERÃO PLANO DE AÇÃO CONTRA CRIME ORGANIZADO E TRÁFICO
O vice-ministro da Defesa Social e Substâncias Controladas da Bolívia, Felipe Cáceres, disse que bolivianos e brasileiros vão assinar um acordo, na região de Santa Cruz, para combater o crime organizado e todos os delitos relacionados. Segundo ele, será firmado o Plano de Ação Boliviano-Brasileiro para marcar uma linha política comum destinada a enfrentar o crime e a prevenir os delitos na fronteira. “É um desafio da Bolívia e uma dura batalha contra o narcotráfico e os delitos conexos que implicam o crime organizado em todos os pontos fronteiriços com o Brasil”, ressaltou Cáceres. O plano inclui o combate ao narcotráfico, à lavagem de ativos, ao tráfico de pessoas, contrabando de gasolina, controle do fluxo migratório, roubo de veículos e a outros ilícitos. A ação conjunta reúne parcerias entre as polícias para aumentar a segurança nos 3.423 quilômetros de fronteira. Segundo o embaixador do Brasil na Bolívia, Marcel Biato, a base do acordo é a cooperação entre os países.
ASSEMBLEIA-GERAL DA ONU APROVA RESOLUÇÃO SOBRE A SÍRIA
A Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas aprovou, nesta quarta-feira, 15, a resolução que pede uma transição política na Síria e condenou o regime do presidente Bashar Assad pelo aumento do uso de armas pesadas no conflito. A ONU elogiou o grupo opositor Coalizão Nacional Síria. Contudo, o apoio de países árabes foi menor do que o esperado. A resolução não teve o mesmo apoio que o documento anterior, que condenava a repressão aos dissidentes. A resolução foi aprovada por 107 votos a favor, 12 contra e 59 abstenções. Apesar de não ter valor legal, as resoluções adotadas pelos 193 países têm peso político. Mortos. O número de mortos na guerra civil síria, que já dura dois anos, é de pelo menos 80 mil, disse o presidente da Assembleia-Geral da ONU, Vuk Jeremic. O número mostra um aumento de cerca de 20 mil mortes desde o início deste ano. “Pelo menos 80 mil morreram desde o início das hostilidades, com a maioria dessas mortes consideradas civis”, disse Jeremic aos 193 membros da Assembleia-Geral antes da votação da resolução sobre o conflito sírio. O Observatório Sírio para os Direitos Humanos, um grupo de oposição, disse na terça-feira que pelo menos 94 mil pessoas foram mortas, mas que o número de mortos provavelmente seja 120 mil. (AP e Reuters)
ONU E IRÃ NÃO CHEGAM A ACORDO SOBRE PROGRAMA NUCLEAR DO PAÍS
A Organização das Nações Unidas (ONU) falhou mais uma vez ao tentar chegar a um acordo com representantes iranianos sobre ao programa nuclear e o desenvolvimento de armas atômicas pelo país. A reunião de hoje (15), na Áustria, foi a 10ª entre a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) e o Irã nos últimos 18 meses. Investigações da AIEA não evoluíram nos últimos cinco anos com o governo do presidente, Mahmoud Ahmadinejad, dizendo que respondeu a “todas as questões que teria a obrigação de responder” e que o Irã não tem interesse em armas nucleares. O representante da AIEA, Herman Nackaerts, afirmou que a agência vai continuar buscando um acordo apesar de “nossos maiores esforços não terem tido sucesso até agora”. (CLÁUDIO HUMBERTO)
BZ-Dificilmente vão conseguir um acordo, posto que os iranianos não o querem. Estão ganhando tempo até construir a bomba.
ONG DIZ QUE MAIS DE 94 MIL PESSOAS MORRERAM EM DOIS ANOS DE CONFLITOS NA SÍRIA
A organização não governamental (ONG) Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH) informou que mais de 94 mil pessoas foram mortas na Síria desde o início dos conflitos, em março de 2011. Há dois anos, o governo da Síria enfrenta a oposição, que pressiona para que o presidente Bashar Al Assad deixe o poder. O observatório reúne dados repassados por todas as regiões da Síria. As últimas informações são de Tartus e Latakia. Em março de 2011, as manifestações no país eram pacíficas e pediam democracia, protestos que foram duramente reprimidos pelo regime. A repressão deu origem a uma guerra civil. A Organização das Nações Unidas (ONU) estima que há 4,2 milhões de deslocados na Síria e 1,4 milhão de refugiados. O Conselho de Segurança da ONU impôs uma série de restrições ao governo Assad. (ESTADÃO)





Nenhum comentário:
Postar um comentário
Espaço aberto para o leitor contribuir com o debate de forma qualificada. (O autor da matéria comentada ou o editor do blog dará uma resposta explicativa ao comentarista sempre que houver necessidade, abaixo do comentário).