O Sudão do Sul discute se cria uma nova cidade para ser a capital, que por ora é Juba
O Sudão do Sul se tornou oficialmente às 18h01 desta sexta-feira (hora de Brasília, 0h01 de sábado, hora local) o mais novo país do mundo, ao oficializar sua independência do restante do Sudão.
Nas ruas da capital do país, Juba, centenas de pessoas comemoraram a mudança logo após o horário oficial da separação do norte.
Segundo o enviado da BBC a Juba Will Ross, às vésperas do nascimento do país as rádios tocaram sem parar o hino nacional sul-sudanês, composto por estudantes locais.
O país nasce a partir de um acordo de paz firmado em 2005, após 12 anos de uma guerra civil que deixou 1,5 milhão de mortos.
O jornal americano “The Wall Street Journal” afirmou nesta sexta-feira que o câncer do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, poderia ser no intestino, de acordo com duas pessoas ouvidas pelo diário que estariam familiarizadas com o estado de saúde do líder. Chávez afirmou na semana passada que tinha passado por uma cirurgia em Cuba para retirar um tumor cancerígeno na região pélvica, mas não especificou que tipo de câncer estava tratando. Chávez retornou à Venezuela na segunda-feira após quase um mês de ausência, a maior parte do tempo em Havana. Baseado nas informações dadas por Chávez e pelas fontes ouvidas pelo jornal, um médico disse ao “Wall Street Journal” que o líder parece ter um câncer do cólon no estágio 2 ou 3. (iG)
EMBAIXADORES DE EUA E FRANÇA SÃO RECEBIDOS COM FESTA POR MANIFESTANTES
- O Estado de S.Paulo
Em visita a Hama, cidade no centro da Síria que tem registrado os mais intensos protestos contra o regime de Bashar Assad, os embaixadores dos EUA e da França em Damasco foram recebidos ontem com festa pelos opositores, segundo relatos - tanto de opositores quanto do governo sírio.
Damasco afirma que a visita "prova" que os protestos estão sendo alimentados por "agentes externos". O governo americano rebateu as acusações e disse que o governo Assad deveria estar preocupado com seus cidadãos e não com as autoridades estrangeiras. Grupos de oposição anunciaram que pelo menos quatro pessoas morreram ontem após forças sírias abrirem fogo contra manifestantes em várias partes do país.

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