Afastado do Dnit sob suspeita de corrupção, Luiz Antonio Pagot afirma que, sob Lula, prestava contas das obras diretamente à então ministra Dilma Rousseff.
Pagot falou a uma emissora de Mato Grosso, a TV Rondon, retransmissora do SBT. Discorreu sobre o funcionamento do Dnit, que dirigia desde a gestão passada.
De fato, depois de sentar-se na poltrona que era de Lula, Dilma incumbiu a ministra Miriam Belchior (Planejamento) de acompanhar a execução do PAC.
Segundo Pagot, o Dnit geria no ano eleitoral de 2010 um orçamento gordo: R$ 47 bilhões. Tocava 1.080 contratos de obras e serviços, dos quais 579 do PAC.
Pagot voltou a mencionar o nome de Dilma ao falar da recuperação de rodovias federais. Chamou de “marco” o dia 15 de julho de 2008.
Em privado, Pagot recorda que, até bem pouco, afora a supervisão direta da ex-ministra Dilma, lidava com a pressão de expoentes do petismo.
Menciona explicitamente o casal Gleisi Hoffmann e Paulo B ernardo, hoje acomodados respectivamente na Casa Civil e no Ministério das Comunicações.
Teme-se que Pagot carregue nas tintas nos depoimentos que prestará ao Congresso. Ele falará aos senadores na terça e aos deputados na quarta. (BLOG DO JOSIAS)
BZ-Aos poucos, mas bem antes do que se esperava, as mazelas do governo anterior vão aparecendo. Mais adiante, a presidenta Dilma vai ter que optar entre seus deveres para com o país e suas obrigações com o seu mentor: ou romperá com passado, ou pagará um pesado ônus por erros que não cometeu.
O ministro Orlando Silva (Esporte) disse ontem (7), que os representantes das cidades-sede deverão respeitar o cronograma de execução das obras da Copa do Mundo de 2014. Silva reforçou que as obras de mobilidade urbana que não estiverem com seus contratos assinados até dezembro de 2011 não farão parte do documento com os compromissos para a realização do Mundial, que é assinado pela União, estados, municípios e o Distrito Federal. “O prazo é muito curto. Dezembro de 2011 é o limite para assinatura dos contratos das obras de mobilidade urbana. Aquelas que não tiverem o contrato assinado nessa data vão entrar apenas no PAC da Mobilidade Urbana”, explicou o ministro. (CLÁUDIO HUMBERTO)
Apesar das trocas em sua equipe nestes pouco mais de seis meses iniciais de seu mandato, a presidente Dilma Rousseff deixará para o fim do ano a primeira reforma ministerial de seu governo. Aproveitará para trocar ministros que lhe foram impostos pelas forças políticas da coalizão e pelo ex-presidente Lula, e também para já substituir os que disputarão a eleição municipal de 2011 e que precisam sair até 30 de março. Já na transição, Dilma admitiu a interlocutores que não estava montando o Ministério ideal, mas o possível. A necessidade de desincompatibilização para disputar as eleições deverá ser o argumento para justificar as mudanças. Nesse cenário, o ministro da Educação, Fernando Haddad, cotado para disputar a prefeitura de SP, sairia da equipe, na qual nunca esteve à vontade. Era um dos nomes de Lula. (O Globo)
BZ-Continuando o que dissemos acima, esta será a hora da libertação de Dilma, do estigma do gpverno passado.
A forte valorização do real e o aumento da disponibilidade de crédito como consequência do grande fluxo de capitais para o Brasil ameaçam interromper o ciclo de crescimento econômico do país, segundo adverte um editorial do jornal britânico “Financial Times” publicado nesta sexta-feira. Em um texto intitulado “Feridas brasileiras”, o jornal compara a economia brasileira a uma bicicleta. “Ela funciona enquanto estiver em movimento”, diz o editorial. “Agora, porém, está ficando mais difícil pedalar.” O jornal observa que o real se valorizou 40% em termos reais desde 2006 e que no mesmo período as importações brasileiras quase dobraram, enquanto as exportações cresceram apenas 5%. “A única razão pela qual o deficit em conta corrente brasileiro não explodiu são os altos preços das commodities. Mas esse boom pode não durar para sempre”, alerta o jornal. (BBC Brasil)
BZ-O Beasil sempre foi um país difícil de ser entendido por estrangeiros, e agora mais ainda....

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