sexta-feira, 8 de julho de 2011

NACIONAIS

08/07/2011

AÇÃO DE DILMA NO CASO DOS TRANSPORTES DEIXA BASE EM ALERTA
Os primeiros seis meses do governo Dilma Rousseff foram difíceis para os aliados, que consideram o relacionamento político complicado, se queixam de não entender os sinais emitidos pela presidente e se sentem alijados das decisões do Executivo. “Enquanto houver folga na base, não vejo muitos riscos”, diz o presidente interino do PMDB, senador Valdir Raupp (RO). Contudo, a recente decisão do afastamento da cúpula do Ministério dos Transportes e a saída do ministro deixaram os aliados dos partidos menores da coalizão em alerta. Os parlamentares ficaram em dúvida sobre qual será a reação da presidente quando tiver que afastar membros do governo. Não sabem se ela agirá rápido, como fez no caso dos Transportes, comandado pelo PR, ou moverá os aliados para defender o ministro em questão, como fez no caso do ex-ministro da Casa Civil, o petista Antonio Palocci. Deputados do PR, que falaram sob a condição de anonimato, ficaram com a impressão que Dilma terá uma postura quando o alvo de denúncias for do PT e outra quando for dos quadros dos partidos aliados. (Reuters)


NA FRANÇA, O MINISTRO GUIDO MANTEGA ACUSA CHINA DE MANIPULAR MOEDA
France Presse
O ministro brasileiro da Fazenda, Guido Mantega, acusou nesta quinta-feira, em Paris, a China de manipular sua moeda, e negou que haja uma bolha no setor imobiliário brasileiro, garantindo também o cumprimento da meta inflacionária este ano.
"Obviamente, a China manipula sua moeda e seria melhor que a moeda flutuasse, inclusive na China", afirmou o ministro à imprensa, antes de participar em um fórum na capital francesa organizado pela revista The Economist, no qual também criticou a política monetária norte-americana, ao considerar que o dólar está atualmente subvalorizado.


MAIS MULHERES DO QUE NUNCA
Dyelle Menezes/Do Contas Abertas
Nunca antes na história deste país tantas mulheres ocuparam cargos administrativos. A frase emblemática poderia facilmente ser vinculada aos mandatos do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva. Porém, é a atual presidente, Dilma Rousseff, que poderá utilizá-la.
Segundo o Boletim Estatístico de Pessoal, produzido pelo Ministério do Planejamento (MP), em março de 2011, havia 234,6 mil servidoras públicas nos órgãos executivos da União. É a maior força de trabalho feminina dos últimos nove anos. Em março do ano passado, o número de funcionárias públicas era 228,9 mil. O crescimento exato em um ano foi de 5.696 mulheres.

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