VIOLÊNCIA SECTÁRIA MATA 49 NA MAIOR CIDADE DO PAQUISTÃO
Chega a 49 o número de mortos na violência sectária que eclodiu esta semana em Karachi, a maior cidade do Paquistão.
O saldo de mortos aumentou, nesta quinta-feira, depois que homens armados abriram fogo contra dois ônibus. Pelo menos dez pessoas morreram, e 20 ficaram feridas. As mortes se somam aos episódios de violência de terça e quarta-feira, que já haviam deixado 24 mortos.
Há tempos, a polícia falha em conter a violência na cidade de 18 milhões de habitantes, formada por um mosaico de etnias, que lutam pela supremacia política.
A maioria dos mortos desta semana é de pasthuns, que vivem nos bairros mais pobres e perigosos de Karachi. Os talibãs vêm de tribos desta etnia.
PRESIDENTE DO IÊMEN REAPARECE NA TV, APÓS SER QUEIMADO EM ATAQUE
O presidente do Iêmen, Ali Abdullah Saleh, fez sua primeira aparição pública desde que sofreu queimaduras durante um ataque de grupos opositores ao palácio presidencial, no último mês.
Com curativos nas mão e sem mover os braços, Saleh disse nesta quinta-feira, em pronunciamento na TV estatal do Iêmen, que só um diálogo nacional pode resolver a crise no país, "dentro dos parâmetros da Constituição e da lei". Saleh disse na TV que passou 'por oito cirurgias bem-sucedidas' após queimaduras. (BBC Brasil)
PIÑERA: MODELO BOLIVARIANO DE CHÁVEZ 'NÃO LEVA A LUGAR ALGUM'
MÉXICO - O presidente do Chile, Sebastián Piñera, disse na quinta-feira, 7, que o modelo bolivariano liderado por Hugo Chávez na Venezuela e Raúl Castro em Cuba, e que é seguido por Nicarágua e "talvez Bolívia e Equador", não "leva a lugar algum".
Em uma entrevista à cadeia Televisa, Piñera, que na quinta-feira iniciou uma visita de dois dias ao México, disse que na América Latina todos apreciam Simón Bolívar como um dos grandes libertadores e que sobre ele há duas visões na região.
"Há duas visões. Uma é a liderada por Chávez na Venezuela, Castro em Cuba e seguida de certa forma por Nicarágua e talvez Bolívia e Equador. Outra é a que compartilhamos México, Brasil, Colômbia, Peru e Chile".
"É legítimo que os países escolham seu próprio caminho, mas acho que uma dessas duas visões não leva a lugar algum", acrescentou.
Piñera assegurou que a outra visão, que é a que acredita "na democracia vital autêntica", com alternância no poder, liberdade de expressão plena, economia baseada na iniciativa e no entendimento das pessoas e um Estado que luta contra a desigualdade, "deu resultados no mundo inteiro".
BZ-O modelo "bolivariano", um amontoado de besteiras sem nexo, leva para onde está indo a Venezuela: inflação alta (a mais alta da América Latina), o desabastecimento, a falta de energia, o aparelhamento do estado, a falta de democracia, o sofrimento do seu povo, etc...

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