A HISTÓRIA DE UMA 'FALSIFICAÇÃO DESLAVADA'
Blog de Augusto Nunes
No mais cruel dos dias para os pecadores, o PT será devolvido à hora do pesadelo
O ministro Fernando Pimentel vai atravessar o fim de semana acordado em companhia de muitos militantes do PT. Duas páginas bastarão para garantir a insônia do Antonio Palocci mineiro. A reportagem de capa induzirá uma multidão de companheiros a viver a hora do pesadelo.
Com base em gravações feitas com autorização judicial pela Polícia Federal, informa a Carta ao Leitor, “VEJA conta, com exclusividade, a história secreta da mais ousada incursão do petismo na falsificação deslavada”.
A reportagem mostra “petistas de todos os coturnos negociando com um conhecido estelionatário a montagem de uma lista falsa de tucanos que receberiam dinheiro da estatal Furnas”.
O objetivo do bando era provar que o mensalão foi inventado pelos adversários do PT. Como saberão os leitores neste sábado, acabaram produzindo outra obscena coleção de casos de polícia.
FERNANDO PIMENTEL FOI ACUSADO DE BENEFICIAR PLANO MÉDICO
Fábio Fabrini e Thiago Herdy, O Globo
O ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel, responde a uma ação na Justiça em que é acusado de favorecer, quando prefeito de Belo Horizonte, a operadora de plano de saúde Unimed-BH com o perdão de uma dívida de R$ 178 milhões. O acordo foi firmado no fim de 2004, após a reeleição do petista.
A ação de improbidade administrativa proposta pelo Ministério Público de Minas estava parada por conta de recursos, mas decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), no mês passado, liberou o caso para julgamento em Minas.
A prefeitura de BH cobrava da Unimed R$ 222 milhões, referentes a lançamentos do Imposto Sobre Serviços (ISS) não pagos. Em 2004, o Conselho de Recursos Tributários do município, que analisava o processo, já havia decidido em última instância pela cobrança do débito.
Mesmo assim, o então prefeito encaminhou projeto de lei à Câmara propondo o perdão da maior parte da dívida, aprovado no apagar das luzes do seu primeiro governo.
PREFEITO DE ENTRE RIOS TEM MANDATO CASSADO
O prefeito de Entre Rios, a 128 Km de Salvador, Fernando Almeida Madeirol (PSD), teve o mandato cassado na manhã desta sexta-feira pelo juiz eleitoral George Costa Vieira, da 144ª Zona, por abuso do poder econômico durante as eleições de 2008, quando foi eleito. A ação foi movida pelo Ranulfo Souza Pereira (PT), derrotado nas urnas com 48,7% dos votos. Ele apresentou provas de que Madeirol não prestou contas de despesas de campanha e deve assumir a prefeitura ainda hoje. A decisão cabe recurso ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-BA).
DENÚNCIA DE JOÃO DIAS ATINGE CAMPANHA PRESIDENCIAL DO PT
No depoimento que prestou à Polícia Militar, nesta quarta-feira, o soldado João Dias conta que sua relação com Paulo Tadeu, secretário de Governo do Distrito Federal, teve início ainda em 2006. O motivo: o policial intermediava a arrecadação de recursos para o comitê regional da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva. Delator de esquemas de corrupção no Ministério do Esporte e no governo de Brasília, Dias conta que ajudou a cobrir um rombo milionário na coordenação local da candidatura a presidente. “Foram repassados 1 milhão de reais de forma parcelada ao deputado Paulo Tadeu para o pagamento das campanhas regional e presidencial no 1º e no 2º turno para presidente, para que o deputado pudesse ser o coordenador”, afirma Dias no depoimento obtido por VEJA. O episódio é relatado de forma breve, quando o delator explica o surgimento de sua relação pessoal com o atual homem forte do governador Agnelo Queiroz. (Veja)





Zeca,
ResponderExcluirA sua ira pelo PT é incomensurável....
Leia a Carta Capital desta semana. Não fique preso à Veja e assemelhados.
Radicalismo não leva a nada...
Zeca não se preocupe a opoisção de Xique-Xique nunca vai eleger um prefeito então não teremos processo de cassação de um gestor de Xique-Xique.
ResponderExcluirRaiva de PT, este partido corrupto, bandido, que rouba, que mata prefeitos, testemunhas, que falsifica!
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