sábado, 10 de dezembro de 2011

INTERNACIONAIS

10/12/2011

EXCETO REINO UNIDO, TODOS OS PAÍSES DA UE ASSINAM TRATADO DE PREVENÇÃO DE CRISE FINANCEIRA
Todos os 27 países da União Europeia (UE), com a exceção da Grã-Bretanha, sinalizaram apoio ao pacto fiscal acordado nesta sexta-feira (9) em reunião de líderes em Bruxelas para prevenir o advento de novas crises financeiras, segundo informações das agências internacionais. O novo acordo recebeu o apoio de todos os 17 países da zona do euro. Outros nove disseram que apoiarão o tratado após consultas aos seus respectivos parlamentos. "Os chefes de Estado e de governo de Bulgária, República Tcheca, Dinamarca, Hungria, Letônia, Lituânia, Polônia, Romênia e Suécia disseram estar aptos a participar desse processo, após consultarem seus respectivos Parlamentos", informou a secretaria do Conselho. Ainda segundo o comunicado, considerando a "ausência de unanimidade" entre os países, o acordo internacional deverá ser assinado até março. A Grã-Bretanha ficou isolada, sendo o único dos 10 países de fora da zona do euro na União Europeia a não concordar em aderir à mudança no tratado.


TANQUES CERCAM CIDADE SÍRIA, E MORADORES ESPERAM ATAQUE
O Globo
Poucas horas depois de ativistas sírios denunciarem a iminência de um novo massacra na cidade de Homs (foto acima), uma reportagem do jornal britânico “The Guardian” denunciou a violência em outra cidade do país. Segundo testemunhas, Benish estaria cercada por tanques e bloqueios do Exército, da polícia e de milícias pró-regime.
Na sexta-feira, o Conselho Nacional Síria (CNS), formado por opositores, alertou que o governo de Bashar al-Assad estaria usando um ataque, na quinta-feira, a um oleoduto como pretexto para invadir a cidade, reduto da resistência ao regime.
Segundo o “Guardian”, Benish já foi alvo de outros dois cercos das forças de segurança síria. No primeiro, mais de 70 manifestantes foram presos, e alguns conseguiram ser libertados após dois meses.
No último ataque, o Exército, no entanto, precisou enfrentar a resistência da população local, e confrontos deixaram 21 mortos: 11 civis e 10 aliados do regime.

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