Há alguns anos, pesquisadores descobriram que a população de uma espécie de beija-flor parecia ter aumentado em áreas poluídas por sons produzidos pelo homem, ao passo que uma espécie de gralha parecia ter diminuído. Agora, os mesmos pesquisadores afirmam que há mais flores e menos árvores em áreas barulhentas. As descobertas foram apresentadas na atual edição da revista Proceedings of the Royal Society B: Biological Sciences. É um efeito dominó, afirmou Clinton D. Francis, ecologista evolucionário no Centro Nacional de Síntese Evolucionária em Durham, na Carolina do Norte. Os pinheiros contam com as gralhas para espalhar suas sementes, afirmou. E os beija-flores da espécie Archilochus alexandri, que faz a polinização de flores, procuram áreas barulhentas para evitar as gralhas, que comem seus ovos e até mesmo seus filhotes. (Último Segundo/Ig)
segunda-feira, 16 de abril de 2012
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