terça-feira, 22 de maio de 2012

PODER JUDICIÁRIO

22/05/2012

CNJ ABRE PROCESSO CONTRA JUÍZES DO RN SUSPEITOS DE DESVIAR R$ 10 MILHÕES


O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu nesta segunda-feira, 21, abrir um processo administrativo disciplinar contra dois desembargadores do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte suspeitos de envolvimento com um desvio de mais de R$ 10 milhões destinados ao pagamento de precatórios, que são dívidas decorrentes de decisões judiciais. O CNJ também resolveu determinar o afastamento administrativo dos magistrados durante a tramitação do processo. Antes do conselho, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) já tinha decidido afastar os dois. No STJ foi aberto um inquérito criminal contra os desembargadores Osvaldo Soares Cruz e Rafael Godeiro Sobrinho para apurar a suposta participação deles com as fraudes no pagamento de precatórios. Cruz e Godeiro presidiram o TJ de 2007 a 2010. (Agência Estado)


INTERNAUTAS FAZEM CAMPANHA PARA QUE ELIANA CALMON SEJA REELEITA CORREGEDORA DE JUSTIÇA
A conduta da ministra Eliana Calmon, que começou a discutir a abertura do Poder Judiciário brasileiro para uma maior transparência e revelou que há “bandidos de toga” nos tribunais de Justiça tem levado muitos internautas a apontar o nome da ministra para candidatura a diversos cargos políticos. O nome da ministra foi apontado como preferência para cargos como o de governadora da Bahia e para a Presidência da República. A última campanha feita nas redes sociais foi para que a ministra seja reeleita como corregedora do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A campanha foi lançada no Facebook pelo deputado federal Sérgio Barradas Carneiro (PT), na última sexta-feira (18). Em seu perfil, o deputado afirma que “não há impedimento legal para que a ministra Eliana Calmon seja reeleita como Corregedora do CNJ”. Ele completa pedindo para usuário da rede faça o que for possível para dar a Calmon outro mandato “para passar o Poder Judiciário a limpo”. Para muitos usuários da rede social, a ministra “honrou todo o país” e é a “esperança de Justiça e honestidade em um país de muitos corruptos”. Calmon é corregedora nacional de Justiça desde setembro de 2010, quando substitui o ministro Gilson Dipp. Ela fica no cargo até setembro deste ano.

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