31/07/2014
PARTIDOS RECLAMAM DA MÃO-DE-FERRO DOS CANDIDATOS
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Os presidenciáveis Dilma Rousseff (PT), Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB) têm mais em comum do que se imagina. Assim como o ex-presidente Lula não se cansa de reclamar que a sucessora não ouve ninguém, senadores e deputados do PSDB descem a lenha na postura do tucano Aécio Neves de decidir tudo sozinho.
No PSB, o cenário não é diferente: Eduardo Campos não escuta nem a turma de Pernambuco.
O PSB e PSDB reclamam que a centralização das decisões, além de não envolver aliados na campanha, fragiliza chances de chegar ao Planalto.
Alvo de queixas, a presidenta Dilma abriu uma brecha e marcou reuniões com presidentes de siglas aliadas, o que não mudou muito nas decisões. Leia mais na Coluna Cláudio Humberto
DILMA QUER FAZER REFORMAS TRABALHISTA E TRIBUTÁRIA
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Por: Redação do Diário do Poder
A presidenta Dilma Rousseff, candidata à reeleição pelo PT, disse hoje (30) a empresários que, se reeleita, fará uma reforma tributária “abrangente” para assegurar o crescimento sustentável da economia.
“Daremos prioridade a agenda da reforma tributária, tentaremos uma reforma abrangente,” disse a candidata.
AÉCIO NEVES PROPÕE REDUZIR PELA METADE NÚMERO DE MINISTÉRIOS
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Por: Redação do Diário do Poder
O candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, disse hoje (30), em entrevista coletiva, que, se for eleito, reduzirá pela metade o número de ministérios em seu governo e extinguirá pelo menos um terço dos cargos comissionados existentes hoje. Segundo ele, isso não significa que todas as áreas atendidas pelos 39 ministérios atuais não sejam importantes, mas sim que precisam ser “desburocratizadas”.
BZ-Os Estados Unidos, incluindo o Alasca e o Havaí, tem uma área territorial maior que o Brasil. Tem duas costas oceânicas para patrulhar, tem uma população 60% maior que a nossa, tem contenciosos e conflitos em vários lugares do mundo, e consegue administrar tudo isso com cerca de 15 ministérios, logo....qualquer governo, minimamente sério, pode fazer o mesmo aqui.
BZ-Os Estados Unidos, incluindo o Alasca e o Havaí, tem uma área territorial maior que o Brasil. Tem duas costas oceânicas para patrulhar, tem uma população 60% maior que a nossa, tem contenciosos e conflitos em vários lugares do mundo, e consegue administrar tudo isso com cerca de 15 ministérios, logo....qualquer governo, minimamente sério, pode fazer o mesmo aqui.
MAIORIA DOS MINISTROS DE DILMA SÃO ANÔNIMOS, DIZ MARINA
Candidata a vice-presidente na chapa de Eduardo Campos (PSB), a ex-senadora Marina Silva teve uma participação discreta na sabatina promovida pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).
Na saída do evento, ela retomou as críticas de Campos sobre a quantidade de ministérios no governo Dilma Rousseff, afirmando que o presidencialismo de coalização rendeu ao País 39 “ministros anônimos”.
“Os ministros do primeiro governo do presidente Lula não eram anônimos. Eram pessoas que tinham uma agenda, que foram lá comprometidos com essa agenda”, afirmou, sem mencionar que ela, Marina, foi ministra de Meio Ambiente na gestão Lula.
A ex-senadora afirmou que ela e Campos pretendem “governar com os melhores”. “Quem são os ministros (de Dilma)?
Se você perguntar, a maioria é anônima. É preciso que se tenha um governo em que a composição é pela qualidade.
É isso que Eduardo está dizendo e é isso que vamos fazer”, disse. Marina criticou especialmente o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão (PMDB), apadrinhado político do ex-presidente José Sarney (PMDB).
“A ministra de Minas e Energia (de Lula) era a presidente Dilma. Hoje temos um ministro que não entende nada de energia”, afirmou. Agência Estado
DILMA NEGA TARIFAÇO APÓS AS ELEIÇÕES E DEFENDE NÚMERO DE MINISTÉRIOS
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Após a sabatina realizada na Confederação Nacional da Indústria (CNI) hoje (30), a presidenta Dilma Rousseff, candidata à reeleição, negou que depois das eleições haverá um aumento nas tarifas, apelidado de tarifaço.
A candidata também rebateu críticas de outros candidatos de que seu governo tem um número excessivo de ministérios.
“Eu acho essa história [de tarifaço] prima irmã da ‘tempestade perfeita’, do racionamento de energia e das profecias que não aconteceram,” disse Dilma, que considera que esse tipo de postura gera insegurança no país e pode levar as empresas a deixarem de investir no Brasil.
Dilma justificou o aumento nas tarifas em alguns setores pela escassez de chuvas na Região Sudeste, o que levou a colocar as Usinas Termoelétricas em funcionamento e a reajustar as tarifas. Perguntada sobre as críticas de que há um número excessivo de ministérios em seu governo, Dilma citou algumas secretarias com status de ministério como as secretarias de Política para as Mulheres, a de Igualdade Racial, a de Direitos Humanos e o da Micro e Pequena Empresa, como necessárias para fortalecer segmentos específicos.
Ela desafiou os candidatos a dizerem quais pastas deveriam ser extintas.
“Eu gostaria muito de saber a sugestão concreta [dos concorrentes]. Querem acabar com o quê? O status de ministério da Secretaria das Mulheres permitiu o empoderamento das mulheres quando se trata da violência contra elas, de Direitos Humanos, dando respaldo à necessidade de combater à tortura, assim sucessivamente. Rigorosamente, elas não são um ministério no sentido orgânico da palavra, no tamanho, por exemplo, do Ministério da Fazenda, mas elas têm um motivo político de serem ministérios”, justificou. Ivan Richard e Luciano Nascimento, Agência Brasil
BZ-A presidente Dilma poderia explicar como será feito o aumento dos preços dos combustíveis (Gás Natural, GLP, Gasolina, Diesel e Querosene de aviação), que sabidamente estão defasados em muito?





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