EMPRESÁRIO LUIZ ESTEVÃO PEDE À JUSTIÇA PARA TRABALHAR EM IMOBILIÁRIA
Arthur Paganini/VEJA
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No primeiro dia no Complexo Penitenciário da Papuda, o ex-senador Luiz Estevão abriu mais um capítulo no enredo jurídico que envolve o cumprimento da pena de 3 anos e 6 meses a que foi condenado por falsificação de documentos contábeis de suas empresas. Ontem, advogados ingressaram com um pedido para que ele possa deixar a prisão para trabalhar durante o dia em uma imobiliária e retornar ao local à noite, apenas para dormir.
O caso ainda não foi analisado, bem como outro recurso em que a defesa do ex-senador questiona decisão do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF).
Marcado para ontem, o julgamento acabou adiado para a próxima quarta-feira em virtude da morte do pai de um dos defensores de Estevão.
BZ-Falta condenar esse réu pelo desvio de dinheiro nas obras do Tribunal do Trabalho, em conluio com o Juiz Lalau. Esse é outro branco e rico, agora na cadeia.
DENÚNCIA DE DESVIO MILIONÁRIO EM ENTIDADE DE POLICIAIS
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A Polícia Civil do Distrito Federal investiga denúncia de desvio de 30 milhões de reais de uma entidade beneficente de policiais militares.
Foram cumpridos 24 mandados de busca e apreensão. Funcionários são suspeitos de contratar empresas fantasmas e de superfaturamento.
Seis contratos são investigados, entre eles uma negociação feita há 3 anos para a compra de 40 apartamentos de um empreendimento em Caldas Novas, em Goiás.
O dinheiro teria sido desviado da CABE, a caixa de assistência da Polícia Militar do Distrito Federal, uma instituição privada com aproximadamente 22 mil militares.
Três coronéis da PM, incluindo o ex-comandante-geral da corporação, prestaram depoimento.
BZ-Virou moda "meter a mão" nos recursos do fundos ou caixas de pecúlio, caixas de assistência, etc...LEI NELES!
PETROLÃO: DOLEIRO ALBERTO YOUSSEF RECEBE ALTA DE HOSPITAL E VOLTA PARA A PRISÃO
Internado desde a tarde do último sábado (24), o doleiro Alberto Youssef recebeu alta na manhã desta quarta-feira (29) no Hospital Santa Cruz, em Curitiba. Ele foi liberado por volta das 8h30 pela equipe médica e saiu em viatura da Polícia Federal (PF), seguindo para a carceragem da instituição na capital paranaense.
O doleiro passou por sessões de fisioterapia e manteve quadro clínico estável após sofrer forte queda de pressão no último fim de semana.
Já é a terceira vez que ele é encaminhado a uma unidade hospitalar desde que foi preso, em março deste ano. Ele permanece na Superintendência Regional da Polícia Federal do Paraná.
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O doleiro passou por sessões de fisioterapia e manteve quadro clínico estável após sofrer forte queda de pressão no último fim de semana.
Já é a terceira vez que ele é encaminhado a uma unidade hospitalar desde que foi preso, em março deste ano. Ele permanece na Superintendência Regional da Polícia Federal do Paraná.
RECURSO ADIA SENTENÇA DE AZEREDO NO MENSALÃO MINEIRO
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por Marcelo Portela/Estadão Conteúdo
Um despacho do Supremo Tribunal Federal em recurso do ex-senador Clésio Andrade (PMDB-MG), relativo ao processo do mensalão mineiro, deve adiar a decisão da Justiça no caso do ex-deputado federal Eduardo Azeredo (PSDB-MG).
A ação na qual o tucano é réu aguarda apenas a sentença, mas o processo, que atualmente está a cargo da 11.ª Vara Criminal do Fórum Lafayette, em Belo Horizonte, deverá ser remetido para a 9.ª Vara Criminal por determinação do Supremo Tribunal Federal. Azeredo viajou para a Europa poucas horas após o anúncio do resultado das eleições presidenciais.
A decisão do ministro Luís Roberto Barroso, do STF, foi expedida em recurso de Clésio, também réu no caso. Ao renunciar ao mandato em julho, o ex-senador perdeu o foro privilegiado e o Supremo determinou que a ação retorne para a Justiça mineira.
Mas a defesa do peemedebista solicitou à Corte que o processo retorne à 9.ª Vara Criminal. É nessa vara que tramita o processo do qual Clésio era réu até assumir o Senado em 2011 na vaga de Eliseu Resende (DEM-MG), morto naquele ano.
O processo em Minas tem outros oito réus, incluindo o empresário Marcos Valério Fernandes de Souza, que cumpre pena por envolvimento no mensalão federal. Em sua decisão, Barroso considerou a "narrativa da prática comum de condutas supostamente delituosas" para determinar o envio da ação contra Azeredo para a 9.ª Vara Criminal. Com a decisão, qualquer sentença expedida pelo juiz Marcos Henrique Caldeira Brant, da 11.ª Vara, poderia ser anulada.
Quando o processo contra Azeredo foi remetido para a primeira instância, o promotor responsável pela acusação em Belo Horizonte, João Medeiros, já havia previsto que a estratégia "lógica" da defesa do tucano para "postergar" a decisão seria solicitar que o caso fosse encaminhado para outra vara. Um dos advogados de Azeredo, José Gerardo Grossi, afirmou que a defesa não vai aceitar a mudança.
E confirmou que o ex-deputado não tem pressa em conhecer a decisão. "Não temos de correr, não. Para quê?".
Ao apresentar suas alegações finais na ação, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu a condenação do tucano a 22 anos de prisão.
A assessoria de Azeredo foi procurada, mas não respondeu. O Estado não conseguiu contatar o ex-deputado.
Conforme denúncia da Procuradoria-Geral da República, o mensalão mineiro foi um esquema de desvio de recursos públicos para a campanha à reeleição de Azeredo, então governador de Minas, em 1998.
BZ-De recurso em recurso, embargos, agravos, etc..., eles vão ganhando tempo, até que os crimes prescrevam, e eles ficam impunes
MENSALÃO: CASO PIZZOLATO REFORÇA NECESSIDADE DE MUDANÇAS NO SISTEMA CARCERÁRIO
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A justificativa acatada pela Justiça italiana para não extraditar o ex-diretor de Marketing do Banco Brasil, Henrique Pizzolato, a inadequação do sistema prisional brasileiro, em função da ausência dos pressupostos mínimos humanitários, não é novidade para quem lida com o setor.
Apesar das denúncias feitas repetidamente, entidades dizem que a questão vem sendo negligenciada pelo Poder Público.
De acordo com a Pastoral Carcerária, quase todos os presídios brasileiros são insalubres, e não há uma política consistente para recuperação dos presos.
“Será que as decapitações nos presídios, a morte de pessoas, queima de ônibus, não bastam para chamar a atenção para a questão?
Quantas mortes ainda serão necessárias para que se provoque uma mudança? A situação prisional do encarceramento em massa é uma bomba para explodir.
Temos anunciado isso há tempos”, diz o coordenador nacional da pastoral, padre Valdir João Silveira.
“Tenho andado pelo Brasil e cada vez mais presídio é curral de animal para matadouro.
Sair vivo é um milagre, sair sem ferimento é quase impossível”, acrescentou.
De acordo com Silveira, o principal passo para resolver a questão é o desencarceramento, com a adoção de medidas alternativas às prisões.
Ele defende que apenas o cumprimento na íntegra da Lei de Execução Penal, Lei 7.210/1984, reduziria à metade a população carcerária.
Isso porque 44% das pessoas em regime fechado aguardam julgamento, o que, em muitos casos, poderia ser feito em liberdade ou mediante monitoramento.
O encarceramento deveria ser visto como medida de exceção, segundo ele. Mariana Tokarnia, Agência Brasil
BZ-Agora que os brancos e ricos estão com possibilidades de irem para a cadeia, começa a haver a preocupação com a qualidade destas. Pois sim!






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