10/01/2015
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Reconduzido para assessorar o Poder Executivo na Justiça no segundo mandato da presidente Dilma Rousseff, o advogado-geral da União, ministro Luís Inácio Adams, vê no acordo de leniência uma saída para minimizar o impacto da operação Lava Jato na economia.
Se usado, o instrumento evitaria que as empreiteiras citadas no escândalo envolvendo a Petrobras fossem proibidas de firmar contratos com o poder público.
Adams sinaliza que o governo se preocupa mais com o impacto econômico do caso e está disposto a negociar com as empresas.
“Grande parte da solução depende da própria empresa e acredito que, tomada a iniciativa, há uma perspectiva de solução.” Em entrevista, Adams – que é o segundo AGU mais longevo no cargo – afirmou ainda que a escolha do novo ministro do Supremo Tribunal Federal passa por uma análise de “governabilidade” e preocupação com a “continuidade política”.
“Não se escolhe decisões, se escolhe convicções”, diz o ministro, cotado para uma das vagas no STF que Dilma poderá preencher ao longo dos próximos quatro anos. Estadão Conteúdo
BZ-Trocando em miúdos, vamos arranjar as coisas para que fique tudo como “d’antes no quartel de Abrantes”. O forno para assar a pizza já está esquentando. Pobre de nós, os comuns mortais.


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