03/11/2017
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Se for condenado em segunda instância, torna-se praticamente impossível que o ex-todo poderoso saia da cadeia no futuro próximo.
O Tribunal Regional Federal em Porto Alegre agendou para o próximo dia 21 o julgamento de recurso apresentado por Eduardo Cunha contra a sentença de 15 anos de prisão imposta por Sergio Moro.
Se os desembargadores não acolherem o pleito da defesa, na prática, será praticamente impossível que o ex-todo poderoso consiga deixar a cadeia num futuro próximo.
O STF já determinou que as penas devem ser executadas a partir da condenação em segunda instância.
A esperança de Cunha é que o Supremo julgue um habeas corpus impetrado por ele antes de o TRF bater o martelo.
Mas o peemedebista pode tirar o cavalo da chuva. Edson Fachin não está nada disposto a analisar o HC até que haja o veredicto do TRF. Por Gabriel Mascarenhas/VEJA
O Tribunal Regional Federal em Porto Alegre agendou para o próximo dia 21 o julgamento de recurso apresentado por Eduardo Cunha contra a sentença de 15 anos de prisão imposta por Sergio Moro.
Se os desembargadores não acolherem o pleito da defesa, na prática, será praticamente impossível que o ex-todo poderoso consiga deixar a cadeia num futuro próximo.
O STF já determinou que as penas devem ser executadas a partir da condenação em segunda instância.
A esperança de Cunha é que o Supremo julgue um habeas corpus impetrado por ele antes de o TRF bater o martelo.
Mas o peemedebista pode tirar o cavalo da chuva. Edson Fachin não está nada disposto a analisar o HC até que haja o veredicto do TRF. Por Gabriel Mascarenhas/VEJA


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