quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

INTERNACIONAIS

05/02/2015
CRISTINA KIRCHNER CRIA POLÊMICA AO TUITAR PIADA SOBRE SOTAQUE 


Uma piada da presidente argentina, Cristina Kirchner, no Twitter envolvendo o sotaque chinês ganhou contornos de gafe diplomática durante uma cúpula de negócios em Pequim. 
"Mais de mil participantes no evento... Serão todos da 'La Cámpola' (em referência ao grupo juvenil kirchnerista La Cámpora, que costuma participar das aparições públicas da presidente, em sinal de apoio) ou vieram só pelo aloz (brincadeira com a palavra arroz) e o petlóleo?", tuitou ela nesta quarta-feira, durante o Fórum de Negócios entre Argentina e China. 
A mensagem de Cristina foi compartilhada cerca de 3 mil vezes até esta tarde e despertou diversas críticas, de pessoas que a consideraram "infeliz", "inadequada" para ser dita por uma ocupante de um cargo executivo e "preconceituosa" contra chineses. 
O episódio virou capa dos jornais argentinos, e "La Cámpola" se tornou "trending topic" no Twitter. Além disso, se espalharam piadas chamando a presidente de "Crischina". 
BZ-A presidente Cristina Kirchner demonstra total despreparo para função que exerce. Está na China, em busca de recursos e investimento dos chineses, capazes de ajudar a tirar do buraco, a combalida economia argentina, e comete uma gafe dessas, ridicularizando o país que a recebe e hospeda temporariamente. Não gira bem da cabeça. É a própria vaca louca. 


JUSTIÇA ARGENTINA APRESENTA JUIZ LINHA DURA PARA CASO NISMAN 

A Câmara Federal, que faz parte do Poder Judiciário, designou o juiz Daniel Rafecas para conduzir o caso.
O magistrado é famoso na Argentina por ter julgado processos de corrupção e crimes contra os direitos humanos. 
O anúncio é a garantia de que as acusações feitas pelo promotor Alberto Nisman serão levadas à diante. 
A responsável pelas investigações, a promotora Viviana Fein, cancelou as férias e disse que continua comprometida com o inquérito. Ela havia anunciado, um dia antes, que se afastaria do caso por um mês. 
Mas voltou atrás depois da enorme repercussão negativa. Agora a investigação está concentrada no pedido de prisão de três acusados: a presidente Kirchner, o ministro das Relações Exteriores Héctor Timerman e o líder de um grupo político que apoia o governo. 
A perícia encontrou os mandados em uma lixeira do apartamento do promotor. Os documentos foram apresentados pela imprensa argentina, na terça-feira. Band News 


PARA MANTER COESÃO POLÍTICA, REI DA ARÁBIA SAUDITA PODE DISTRIBUIR US$ 20 BI PARA POPULAÇÃO 

O novo rei da Arábia Saudita, Salman, que assumiu após a morte do irmão, Abdullah, pode distribuir US$ 20 bilhões em bônus para os cidadãos, de acordo com decretos que assinou após alcançar o trono. 
De acordo com O Globo, essas iniciativas sugerem uma parcialidade em relação ao conservadorismo religioso e à obtenção de apoio político — duas características que parecem contradizer as reformas modernizadoras que o governo do reino afirma ter intenção de fazer. 
A família real da Arábia Saudita passa por um momento de contestação interna por conta do aumento da população no país, que resultou na queda da qualidade de vida dos sauditas. 
A ascensão do Estado Islâmico também preocupa os governantes. 
BZ-A Arábia Saudita é uma das mais fechadas e longas ditaduras do mundo. Quem manda é o Rei, e de modo absolutista. Quando o povo começa a reclamar ou esboçar qualquer tipo de insatisfação, o Rei distribui dinheiro e silencia os insatisfeitos. Até quando?


JORDÂNIA EXECUTA IRAQUIANA APÓS EI DIVULGAR VÍDEO DE JORDANIANO QUEIMADO VIVO 

O governo da Jordânia informou nesta quarta-feira que executou dois de seus prisioneiros, incluindo uma mulher iraquiana acusada de realizar um atentado terrorista a mando da Al-Qaeda. 
As execuções ocorreram nesta madrugada e foram uma resposta ao Estado Islâmico, que divulgou ontem um vídeo no qual mostra um piloto jordaniano sendo queimado vivo em uma jaula. 
O grupo extremista havia proposto trocar o piloto Muath al-Kaseasbeh pela iraquiana Sajida al-Rishawi, condenada à morte na Jordânia por ter participado de um ataque que matou 60 pessoas em um hotel do país em 2005. 
O outro prisioneiro executado pela Jordânia chamava-se Ziad al-Karbouli. Agência Estado

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