04/02/2015
O ex-presidente Lula foi quem rompeu a letargia de Dilma Rousseff, aplicando o “peteleco” final que derrubou Maria das Graças Foster da Presidência da Petrobras.
Além disso, sugeriu um nome destinado a ser bem recebido pelo chamado “mercado”: o ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles. Até o ministro Joaquim Levy (Fazenda) foi convocado a participar da pressão para Meirelles aceitar o convite.
Meirelles exige “total autonomia” para tentar recuperar a Petrobras.
O problema é que Dilma tem tanto horror a ele quanto a “total autonomia”.
Quando Dilma escolhia o ministro da Fazenda, Lula pressionou por Meirelles, mas ela deixou clara sua aversão ao ex-presidente do BC. Cláudio Humberto.
BZ-O nome do ex-presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, é sem dúvida uma boa escolha, mas sem autonomia e respaldo político, pouca coisa poderá ser feita.


A Petrobrás além de tombada hoje amanheceu muito triste, perdeu a GRAÇA...Foster tu também responsável por este escândalo monstruoso de 82.000.000.000,00 (oitenta e dois bilhões) escondido do balanço mentiroso do terceiro trimestre de 2014.
ResponderExcluirChina condena mais um político à prisão perpétua por corrupção
A Justiça da China condenou o ex-vice-diretor da Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reformas (NDRC, na silga em inglês) Liu Tienan à prisão perpétua por receber 5,7 milhões de dólares (14,7 milhões de reais) em propinas pagas por companhias petroquímicas e de automóveis. Liu, que também chefiou a Administração Nacional de Energia, foi expulso do Partido Comunista no ano passado e processado formalmente em junho deste ano. Segundo a agência de notícias Xinhua, ele manteve o esquema de corrupção ativo por um período de aproximadamente dez anos.
“Por ter causado tantos danos ao país e ao partido, eu não tenho nenhum argumento para me defender”, afirmou Liu durante uma audiência judicial em setembro, de acordo com um jornal alinhado ao partido. Liu é um dos políticos de mais alto nível a ser condenado à prisão desde que Xi Jinping assumiu o poder no país. A sentença foi divulgada dias após Zhou Yongkang, ex-chefe de segurança da China, ser preso sob acusações de corrupção.
“O NDRC é um ministério muito impopular porque representa uma grande burocracia que controla a virtual aprovação final de tudo relacionado à política econômica”, disse Willy Lam em entrevista ao Wall Street Journal. “Inevitavelmente, o poder que este órgão tem é um terreno fértil para a corrupção”. Segundo a imprensa estatal, a maior parte das propinas pagas a Liu foi em dinheiro, mas um carro no valor de 54.000 dólares também foi entregue a ele. Todos os bens adquiridos de forma ilícita foram devolvidos ao governo.